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Você sabe o que é e conhece a história da APAC de Arcos?

 A História da APAC ARCOS – Parte II


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   Na série de matérias "Você sabe o que é e conhece a história da APAC de Arcos?"  em 28 de janeiro trouxemos a primeira parte e nesta quinta-feira (13) viemos com mais uma parte desta hitória da APAC em Arcos, acompanhe:

 

Centro de Reintegração Social se mantém através do convênio firmado com o Estado de Minas Gerais sendo a média do repasse anual no valor de R$ 735.664,04 (setecentos e trinta e cinco, seiscentos e sessenta e quatro mil reais e quatro centavos) valor correspondente ao ano de 2019, aprovação de projetos anuais através do TJMG e uma subvenção da Prefeitura Municipal no valor de R$ 16.000,00 (dezesseis mil reais) anualmente; e atualmente possui vagas para até 45 recuperandos, distribuídos nos Regimes Fechado (22 vagas), Semiaberto (16 vagas) e Semiaberto Trabalho Externo (08 vagas).

 

   A APAC Arcos atualmente possui um quadro de 12 funcionários sendo eles: 01 Encarregada de Segurança, 01 Encarregada Administrativo, 01 Encarregada de Tesouraria, 01 Auxiliar Administrativa, 02 Condutores, 01 Supervisor de Oficinas, 03 Inspetores de Segurança Noturno, 02 Inspetores de segurança Diurno e 01 Estagiário Jurídico.

 

   A entidade também conta com a colaboração de aproximadamente 30 voluntários, que atuam em diversas áreas, desde o apoio em confraternizações e ornamentação, captação de recursos para eventos , bem como profissionais especializados no caso de psicólogos e assistentes social, professores, também com espiritualidade (católicos, evangélicos e espíritas).

 

   O voluntário e psicólogo Evandro Santana possui junto a instituição o projeto denominado “Resgate do Simbólico” que através da leitura de obras literárias específicas faz estudos destinados ao autoconhecimento, compreensão do ambiente proporcionando ainda a remição pela leitura.

 

   No campo educacional são realizadas aulas semanais ministradas por voluntários do Projeto Educapac para alunos que cursam ensino fundamental e médio com intuito de preparar os mesmos para as provas do ENCCEJA e ENEM para propiciar que os recuperandos consigam alcançar boas notas a fim de conseguirem notas suficientes para concluir os ensinos e tentar bolsas em faculdades para se qualificarem.

 

   Atualmente temos pareceria com o SENAI – Arcos que ministra curso de pedreiro para 21 recuperandos a fim da qualificação profissional.

 

    São realizados quinzenalmente cultos evangélicos e missas, além de grupo de oração, reunião com o grupo do A.A (Alcoólicos Anônimos), dentre valorizações humanas voltadas para família, empreendedorismo, relacionamento pessoal etc.

 

     Na área de saúde são realizadas palestras mensais sobre prevenção e tratamentos, coleta de exames periódicos, uma vez no mês acontece grupo de fisioterapia.

 

    A instituição possui cozinha e horta própria, suficiente para atender a demanda necessária da casa e ainda quando há excesso realizar a venda do remanescente.

 

    Os recuperandos dos Regimes Semi-Aberto e Fechado inseridos nesta instituição possuem jornada de trabalho com fins de remição divididos entre limpeza, cozinha, horta, artesanato, fábrica de blocos, laborterapia e serviços gerais, ou seja, desempenham funções intramuros, enquanto os recuperandos do Regime Semiaberto Trabalho Externo trabalham extramuros retornando após o encerramento de suas atividades.

 

     A APAC Arcos conforme provisionado em Estatuto possui uma diretoria que atua voluntariamente em prol do desenvolvimento sendo esta diretoria composta por: 01 Presidente, 01 Vice-presidente, Primeiro e Segundo Secretários, Primeiro e Segundo Tesoureiros, 01 Diretor de Patrimônio e 01 Assessor Jurídico.

 

    Aos domingos os recuperando recebem visitas de seus familiares. A APAC Arcos segue uma rotina, que é essencial para aplicação e adequação do método para que haja resultados propricios.

 

    Por fim, hoje a APAC de Arcos caminha em harmonia com um método de valorização humana e, portanto de evangelização, para oferecer ao condenado condições de recuperação, conseguindo assim proteger a sociedade e promover a justiça, provando que é possível salvar o homem que errou e reintegrá-lo ao convívio social.

 

 

 

 

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