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Após deslizamento de terra, ponte do Córrego da Raiz é interditada em Arcos

Segundo informações repassadas ao Portal Arcos, o local já está todo sinalizado e há faixas indicando um desvio


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Foto: Ponte do Córrego da Raiz

Hoje, a Secretaria Municipal de Obras fez a interdição da ponte do Córrego da Raiz, sentido Usina Velha. Com isso, o trânsito de acesso a ponte já foi fechado e foi feito um desvio pela comunidade dos Correias.

Em entrevista ao Portal Arcos, o diretor do Departamento de Obras da Prefeitura municipal, informou que seria iniciada, na próxima semana, uma obra no local para a construção de uma nova ponte. Porém, devido as fortes chuvas ocorreu um deslizamento de terra com uma moita de bambu que, consequentemente, derrubou a ala de apoio da ponte, sendo então necessária a realização da interdição.

Segundo o diretor, já foi feita a interdição da ponte e o local está todo sinalizado. Já foram colocadas faixas de sinalização antes da ponte e placas indicando o desvio.

 

Situação do Parque Aquático de Arcos

Com as chuvas dos últimos dias, o nível da água do Parque Aquático Municipal de Arcos tem sido uma preocupação para a população, principalmente, para as pessoas que moram próxima a Avenida Dr. João Vaz Sobrinho e que presenciaram uma inundação no início de 2020. Porém, para evitar futuros problemas com o aumento do nível da água, o Corpo de Bombeiros, a Defesa Civil e a Prefeitura Municipal estão fazendo o monitoramento do local diariamente.

O Tenente Henrique Tadeu, que é comandante do 5º Pelotão de Bombeiros Militar de Formiga e do Posto Avançado de Arcos, informou ao Portal Arcos que, durante este período chuvoso, o Corpo de Bombeiros, juntamente, com a Defesa Civil tem, constantemente, monitorado os reservatórios e cursos d’água. Segundo ele, o objetivo primordial é agir de forma preventiva e sempre que necessário ter uma atuação de imediato diante da possibilidade eminente de inundações.

Ele comentou que os órgãos de segurança têm uma atenção especial com relação ao Parque Aquático de Arcos, e devido a isso, foi colocada uma pessoa no local, para sempre verificar o nível de água. “Existe um nível seguro para que a água seja mantida ali e como estamos passando por um período longo de chuva, é necessário, de tempo em tempo, reduzirmos o volume de água no interior do parque”, explicou.

Tenente Henrique também explicou que será normal ver uma oscilação no nível da água que passa pelo canal que é utilizado para escoar a água do Parque Aquático, na Avenida Sanitária.

 

“No momento, é uma situação bastante tranquila, porque nós temos um monitoramento diário” – Hélcio de Oliveira

Também conversamos com o senhor Hélcio de Oliveira, que é gestor ambiental, e é o responsável pelo monitoramento do nível de água no Parque Aquático.

Assim como o Corpo de Bombeiros, Hélcio também explicou que a situação no local, até o momento, está tranquila, devido o fato de monitorarem diariamente.

“Lá, no momento, é uma situação bastante tranquila, porque nós temos um monitoramento diário, onde eu e mais outro companheiro fazemos esse monitoramento. Nós temos um controle das previsões de chuva e nós mantemos o controle diário da vazão e retenção das águas, deixando sempre uma margem boa, para que quando chegar uma cabeça d’água ela possa ser retida na bacia da lagoa e possa descer aos poucos para não acontecer uma enchente”, explicou.

Então, segundo ele, do ponto de vista técnico, não há nenhum problema no nível da água no local. Porém, ele ressaltou que mesmo com o monitoramento, não é possível dizer que não há risco de acontecer um desastre natural. Mas, se eles perceberem algum risco eminente, irão comunicar a todos.  

 

Recomendações do Corpo de Bombeiros

Ao final da entrevista concedida ao Portal Arcos, o Tenente Henrique Tadeu do Corpo de Bombeiros, fez algumas recomendações de segurança para a população:

“Gostaria de destacar que ainda que os órgãos de segurança pública tenham os cuidados e adotem as medidas de prevenção, é importante que toda a população, especialmente, as que estão próximas do curso d’água, que estejam sempre atentas ao volume de água no interior do canal”.

“Algo importante é nos atentarmos aos fatores históricos, pois os locais que já ocorreram inundações no passado podem sofrer com inundações de novo, especialmente durante grandes tempestades. Então, é aconselhável que a população evite circular por tais lugares. E as pessoas que moram nas redondezas, é importante manter o nível de atenção redobrado. Se for observada uma oscilação drástica no local, do volume de água, é necessário que as pessoas mantenham a calma, evacuem o local e solicitem ajuda para deixarem o local de forma segura. Acima de tudo, além de adotarmos essas medidas, devemos dar o alerta para as demais pessoas da redondeza”, finalizou.  

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