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Arcos 10 Fevereiro 2021

Falando de Guerras e Pains, sede do quilombo de Ambrósio


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Estamos presenciando a mais letal e silenciosa das guerras humanas, já registrada na história, a guerra biológica.

 

            Me lembro quando estudei história,  a invasão dos persas ( hoje Irã),  que foram recebidos pelos Babilôneos ( assírios e caldeus ) por bolas de fogo, que nada mais eram  que  pelotas de petróleo bruto em chamas lançadas por catapultas, como a arma mais moderna da época.

 

            A menos de 80 anos as teorias de vários cientistas como Oppenheimer, Einstein, Farmi, Niels, Bohs entre outros sobre a Fissão nuclear foram colocadas em prática com a construção das bombas atômicas, lançadas ( não havia mísseis ) do avião Enola Gay sobre Hiroxima e logo depois sobre Nnagasaki, total de 1 milhão de mortos e feridos.  Exército ( cavalaria, infantaria e artilharia ), aeronáutica e marinha, ficaram démodé. Nunca em tão pouco tempo, a máquina de guerra de destruição, evoluiu tanto.

           

Hoje podemos dizer que o estado americano da Califórnia e seu formidável vale do silício, silenciaria o mundo, em segundos, com a guerra da informática, e a neurose pela falta de televisão, rádio, computadores, celular ( que existe a cerca de 50 anos ) seria a maior praga ( maior que a  dos gafanhotos) que  abateria sobre a face  da terra. Pelo menos as mortes seriam só por suicídio, porque sem falar no celular ou assistir a telinha, é de matar.

 

Rei Ambrósio poderá receber certidão de renascimento em Pains.

 

Estivemos em reunião com a secretária de cultura a simpática e articulada Márcia Rabelo, irmã do prefeito de Pains,  Marco  Aurélio, nesta terça – feira, dia 09 de fevereiro de 2021. O fato se deu com a intermediação feita pela arcoense Amanda Prado e  pela “corumbaense” Flávia Cunha. Na reunião com a chancela dos professores Evaldo e Renata ribeiro ficou aprovada a proposta de Amanda, no qual as pesquisas, entrevistas, palestras, terão início com apoio da prefeitura de Pains e o envolvimento de toda sociedade inclusive do Corumbá.

 

            Que me desculpem alguns conterrâneos, mas estas futilidades, como monumentos, histórias da cidade, etc, não é prioridade dos “çábios da corte de arcos “.

 

            Ps. João Evangelista Rodrigues, com você ao nosso lado, acredito que com o seu iluminismo, possa nos tirar das trevas culturais.

 

Geraldo  Ló.


Geraldo Ló

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