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Prefeito de Arcos se reúne com cúpula da Cemig para cobrar solução sobre quedas constantes de energia

Em visita à sede da companhia em Belo Horizonte, Wellington Roque discutiu o cronograma de obras que promete estabilizar o fornecimento elétrico na região até o final de 2026.

A recorrência de quedas de energia em Arcos levou a administração municipal a cobrar explicações técnicas diretamente na cúpula da Cemig. Em conversa na sede da empresa, em Belo Horizonte, Wellington Roque pontuou o impacto financeiro e o descontentamento da cidade com o serviço atual. O encontro, que teve a participação de Marcos Montes (vice-presidente da empresa) e do deputado Antônio Carlos Arantes, serviu para colocar o problema da rede elétrica de Arcos na pauta prioritária da diretoria.

O foco da discussão foi o impacto das interrupções que acontecem sem aviso prévio. Diferente de manutenções agendadas, esses picos e desligamentos repentinos têm afetado o funcionamento de equipamentos e a rotina produtiva da cidade. No encontro, os representantes da concessionária reconheceram o problema e explicaram que a rede local está operando no limite enquanto passa por reformas estruturais.

Obras em Arcos e Córrego Fundo

A justificativa para o serviço instável, segundo a Cemig, reside nas obras de modernização que estão em curso. Atualmente, a empresa trabalha na ampliação da capacidade da subestação de Arcos. Além disso, uma nova subestação está sendo construída em Córrego Fundo para dividir a carga e dar suporte ao sistema regional.

A previsão é que essas intervenções sejam concluídas ainda este ano. A expectativa técnica é que, com a entrega das unidades, o sistema suporte melhor a demanda crescente e pare de apresentar oscilações. Até lá, o município cobra que as manobras de carga sejam feitas com o menor impacto possível para quem depende da energia para trabalhar.

O impacto no cotidiano

A insatisfação com a qualidade do serviço foi o ponto central da cobrança. Mais do que questões burocráticas, o que se discutiu foi o transtorno direto na ponta final do consumo. Wellington Roque pontuou que a situação gera um desgaste acumulado na população, afirmando exatamente o seguinte:

Sobre as interrupções não programadas de energia, que tanto prejuízo têm dado pros nossos comerciantes, pros nossos empresários, e deixar a gente assim, com muita raiva mesmo, porque às vezes a gente tá descansando em casa e falta a energia.

Próximos passos

Com as obras em fase final, o compromisso firmado pela Cemig é de que a estabilidade do fornecimento seja prioridade nos próximos meses. A prefeitura indicou que manterá a interlocução com a diretoria da empresa para monitorar se o cronograma de entrega das subestações será cumprido sem novos atrasos, visando garantir que os setores de comércio, saúde e educação não sejam novamente paralisados por falta de eletricidade.

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