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Polícia Civil conclui inquérito sobre homicídio em Arcos

A Polícia Civil finalizou a investigação sobre o ataque armado que deixou um homem morto em Arcos. As apurações mostraram que o alvo pretendido sobreviveu e que o crime está ligado a disputas do tráfico.

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu o inquérito policial que apurou um homicídio ocorrido em Arcos, região Centro-Oeste do estado. O crime vitimou um homem de 46 anos e foi registrado na noite de 16 de setembro de 2025, no bairro Brasília.

Conforme apurado, a vítima estava no interior de um veículo quando foi surpreendida por ocupantes de outro automóvel, que emparelhou ao lado e efetuou diversos disparos de arma de fogo. Um segundo homem, de 21 anos, também foi atingido, sofrendo ferimento na região do glúteo, sendo socorrido e encaminhado para atendimento médico.

Os levantamentos tiveram início no dia seguinte ao crime, com a instauração do inquérito policial. No decorrer das apurações, o veículo utilizado na ação criminosa foi localizado na zona rural do município, em meio a uma plantação de eucalipto, completamente carbonizado.

Durante a investigação, oitivas de testemunhas, análises periciais e demais levantamentos permitiram a identificação de um suspeito, de 22 anos. Diante dos elementos reunidos, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva, a qual foi decretada pelo Poder Judiciário. O investigado continua sendo procurado.

Engano

As apurações indicaram que a vítima teria sido atingida por engano, sendo o alvo da ação criminosa o homem de 21 anos que sobreviveu aos ferimentos. A motivação do crime está relacionada a disputas no contexto do tráfico ilícito de drogas. Em razão dos fatos apurados, foi representada a prisão preventiva da vítima sobrevivente, que se encontra presa desde 3 de novembro do último ano.

Ao final, o investigado foi indiciado pelos crimes de homicídio qualificado, nas formas consumada e tentada. O inquérito foi relatado e encaminhado à Justiça para as providências cabíveis.

Equipe: delegada Hionara Araújo; escrivã Lorene Luisa Soares; investigadores Bruno Ribeiro e Donato David dos Santos.

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