• 17/06/2024
18 Janeiro 2024 às 11h55

Paróquia Santa Rita de Cássia chama os fiéis a homenagear e celebrar São Sebastião

São Sebastião, soldado martirizado por não renegar sua fé em Cristo, tem festa em sua homenagem durante todo o mês de janeiro.

A Paróquia Santa Rita de Cássia de Arcos/MG convida você e sua família para participar da Festa de São Sebastião que está acontecendo neste mês de janeiro.

A festa teve início no dia 09 na comunidade São Julião nas Paineiras. No dia 13 as festividades foram na comunidade Senhor Bom Jesus, na comunidade da Ilha.

Na próxima sexta, 19, às 19 horas, a celebração será na comunidade São Geraldo; na casa de Divino e Maria Vidal, zona rural dos “Davis”. No dia 20, sábado, na comunidade São José, na igreja da comunidade nos “Paus Secos”, zona rural.

O encerramento acontecerá no dia 21, domingo, no sítio do Preto, na pista de motocross localizada na primeira entrada à direita após a balança da rodovia MG 170, sentido Lagoa da Prata. A Santa Missa começará às 11h, seguida por leilões, música ao vivo e venda de arroz com frango e churrasquinho.

A Festa de São Sebastião acontece em demonstração de fé e devoção no mês em que é comemorado o dia do santo, 20 de janeiro.

História

São Sebastião nasceu na cidade de Narbonne, na França, em 256 d.C. Seus pais eram de Milão, Itália, cidade onde ele cresceu e estudou.

Recebeu o batismo e o afirmou em sua vida. Optou por seguir carreira militar assim como seu pai. Porém sua intenção ao se alistar, de acordo com Atos apócrifos atribuídos a Santo Ambrósio de Milão, seria afirmar e dar força ao coração dos cristãos, enfraquecidos diante das torturas.

Muito dedicado a carreira, Sebastião chegou a primeiro capitão da guarda, posição essa alcançada apenas por pessoas ilustres, dignas e corretas. Sendo reconhecido inclusive pelo imperador Romano Maximiano que não sabia que Sebastião era cristão e que mesmo cumprindo os deveres da guarda, não participava dos martírios nem das manifestações de idolatria dos romanos.

Sebastião acabou conhecido por servir dois exércitos: o romano e o de Cristo; sempre visitando e ajudando aos que precisavam.

Maximiano ao saber de cristãos infiltrados elaborou uma caça a eles e os expulsou do exército. Denunciado por um soldado, Sebastião foi ordenado por Maximiano, ao se sentir traído, a renunciar sua fé em Cristo. Sebastião se negou a obedecê-lo, não negaria a sua fé que o acompanhava desde muito cedo.

O imperador então ordenou que Sebastião fosse morto de forma sangrenta diante de todos para servir de exemplo para outros cristãos. Ele foi amarrado sem roupas a um poste e os arqueiros atiraram flechas sobre ele, deixando-o sangrando até morrer.

Apesar de sofrer tamanha violência, Sebastião não estava morto. Foi o que percebeu Irene, uma irmã devota (também canonizada cuja festa é comemorada em 30 de março) e um grupo de amigos que o levaram e cuidaram dele até sua recuperação.

Já curado e seguindo a evangelizar, Sebastião procurou Maximiano insistindo que ele parasse de perseguir os cristãos. O imperador, furioso, negou e ordenou então que o açoitassem até a morte e o jogassem em um poço onde ninguém pudesse encontrá-lo.

Após sua morte Sebastião apareceu a uma cristã de nome Lucinda e indicou onde estaria o seu corpo. Pediu a ela que fosse enterrado junto aos apóstolos. Mas acredita-se que ele foi enterrado em seu quintal onde foi construído um templo que recebe visitas de peregrinos do mundo todo até os dias atuais.

 

Fontes de pesquisa: 

www.cruzterrasanta.com.br

www.cancaonova.com.br

 

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