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Mães que amam e se reinventam a cada passo da jornada

Nenhuma de nós recebe manual quando nasce um filho. O que chega mesmo é aquele amor que transborda, invade o peito e muda tudo de lugar. A maternidade é um convite diário à transformação — do corpo, da mente, das prioridades e do coração.  

Ser mãe é lidar com o desconhecido o tempo todo, pelo menos para mim tem sido assim, rsrs, nas diferentes fases que vivo na minha maternidade. É tentar encontrar equilíbrio entre o cuidado com os filhos e o desejo de continuar sendo mulher, profissional, pessoa. É aprender que a culpa quase sempre estará por perto, mas que ela não precisa ser companhia constante. 

Quantas vezes você já se questionou se estava fazendo certo? Se dava conta de tudo? Se era suficiente? Eu acredito que todas nós, em algum momento, já nos fizemos essas perguntas. Porque ser mãe é também lidar com nossas inseguranças mais profundas — mesmo quando sorrimos por fora, por dentro estamos tentando entender se acertamos no passo dado.  

Mas não existe certo absoluto. Não há uma receita infalível. O que existe é amor. E ele nos guia. Entre mamadeiras, reuniões, tarefas escolares, decisões difíceis ou conversas desafiadoras com filhos que já cresceram, vamos aprendendo. Mães de pequenos, de adolescentes ou de adultos — todas seguimos nos reinventando. Às vezes cansadas, muitas vezes sem saber como seguimos… mas seguimos. Somos as primeiras a levantar e, quase sempre, as últimas a deitar. Multiplicamos tempo, abraços, conselhos, cuidados.  

E seguimos.  

A maternidade nos refina. Nos torna mais sensíveis, mais fortes, mais humanas. Nos conecta com algo divino — uma força que acolhe sem exigir, que ama sem medir, que se entrega sem pedir nada em troca.  

O amor de mãe é, sem dúvida, o que mais se aproxima do amor de Deus: incondicional, silencioso, profundo, eterno.  

Neste Dia das Mães, celebro todas aquelas que aprendem enquanto fazem, que erram tentando acertar, que se refazem todos os dias. Ser mãe é um milagre cotidiano — uma experiência que nos transforma em nosso mais alto potencial de amor.  

Parabéns, mamães. Que nunca falte colo para vocês também.  

Um beijo no seu coração,  

Márcia Berto 

 

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