Mulher é sequestrada, espancada e estuprada por homem em casa abandonada
Por volta das 18h30 de sexta-feira (13), após sair de uma audiência na delegacia de polícia de Pará de Minas, onde foi prestar depoimento de um furto da qual foi vítima, uma dona-de-casa de 35 anos aguardava ônibus na Rua Epaminondas Marinho, Bairro São Pedro, quando foi abordada por um motociclista.
Segundo ela, o homem estava em uma moto cujas características não foram observadas, mas ele usava um capacete vermelho, o uniforme branco de um frigorífico e botas brancas. Armado com um canivete, o marginal ordenou que a vítima subisse na garupa da moto.
Ainda segundo a vítima, ele foi para a região dos Guardas, zona rural de Pará de Minas, onde a arrastou para dentro de uma casa abandonada. Sob fortes ameaças e sendo espancada com socos, chutes e golpes com o capacete, a dona-de-casa foi obrigada a manter relações sexuais com o tarado.
Mas, o sofrimento da vítima ainda estava longe de ter um fim. O marginal jogou os documentos pessoais e um telefone celular com dois chips dela em um ribeirão. Ele ainda roubou a quantia de R$250,00 em dinheiro.
Ao perceber a aproximação de um veículo desconhecido, o tarado ficou curioso e a mulher aproveitou para correr até uma casa ao lado, que fica às margens da rodovia BR-352, numa tentativa de fugir do bandido.
Nesse momento, ele atirou uma pedra nas costas da vítima. Esta agressão foi presenciada por um casal que socorreu a mulher e chamou a Polícia Militar. A primeira assistência foi dada pelos policiais de Onça de Pitangui.
De acordo com a mulher, o marginal disse que ela seria a terceira vítima de estupro dele e, uma das atacadas, teria sido morta em Mateus Leme. O homem ainda alegou que precisava trabalhar no frigorífico na manhã de sábado. O marginal fugiu e ainda não foi encontrado.
Ele é de cor negra, baixo, magro e possui verrugas no pescoço. O tarado usava um crachá, mas a vítima não conseguiu ler o seu nome, apenas a palavra “encarregado”. Pelos levantamentos, o suposto frigorífico não fica em Pará de Minas, mas na região metropolitana de Belo Horizonte.
As denúncias sobre a identidade desse homem podem ser feitas pelo telefone 181. Não é preciso se identificar.
Fonte informação: JC Noticias
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