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Vamos investigar a maior causadora de calvície masculina!

Em algumas partes do corpo uma enzima chamada 5α-redutase transforma a testosterona numa versão bem mais forte: o hormônio di-hidrotestosterona (DHT).
O problema é que, no couro cabeludo, o DHT parece promover a chamada miniaturização folicular: os folículos capilares vão diminuindo de tamanho, a fase de crescimento do cabelo (anágena) fica cada vez mais curta, as fases de descanso (catágena e telógena) se prolongam e os fios vão se tornando mais finos e ralos, podendo até parar de nascer por completo.


Esse processo gera o padrão comum de calvície masculina: surgem “entradas” nas laterais da linha frontal de crescimento dos cabelos, junto com o progressivo raleamento dos fios no topo da cabeça. Com o avanço do quadro, as duas áreas de regressão dos fios se encontram, deixando sobrar apenas uma faixa de cabelo na parte de trás e nas laterais da cabeça, onde os fios não costumam ser muito sensíveis ao DHT.


Algumas ocorrências são pistas importantes para suspeitarmos de um quadro de alopecia androgenética:
- Histórico familiar;
- Perda lenta e gradual;
- Ausência de outros problemas de saúde como anemia, hipotireoidismo, deficiências nutricionais, desequilíbrios hormonais, infecções, etc.

A alopecia androgenética, como o próprio nome indica, é fortemente determinada pelo nosso perfil genético – o que significa que a tendência à calvície permanece por toda a vida. O que os tratamentos disponíveis atualmente fazem é minimizar, atrasar ou interromper a manifestação dessa tendência.
Para saber como funciona esse tratamento entre hoje em contato com um Dermatologista!

Dra. Sarah de F. M. Costa
| CRMMG - 50408
IG: @drasarahmiranda

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