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Síndrome do Dente Trincado

    A síndrome do dente trincado (rachado) caracteriza-se pelo aparecimento de uma trinca ou rachadura no dente e é uma manifestação oral de difícil diagnóstico e tratamento, fazendo com que o paciente sofra com severa dor de dente.

  Estudos revelam que nos países industrializados as fraturas dentárias constituem a terceira causa de perda de dentes depois da cárie e da doença periodontal.

  Em geral, as rachaduras no dente são causadas por trauma, principalmente os relacionados a hábitos inadequados, como bruxismo ou mastigar gelo e substâncias duras similares. Embora sejam mais frequentes em dentes com restaurações extensas, podem ocorrer também naqueles que estão íntegros ou com restaurações conservadoras.

  A força de contato entre os dentes superiores e inferiores durante a mordida é tida como a principal causa na formação das fraturas incompletas ou rachaduras, principalmente quando o dente apresenta perda da integridade de sua estrutura (restaurações grandes e lesões cariosas não tratadas). Comumente está relacionada com numerosos tratamentos dentários insatisfatórios.

   Quando ocorrem na coroa dental, as fraturas geralmente ocorrem primeiro no esmalte, e se projetam em direção à dentina. Caso ocorram na raiz, normalmente são fraturas completas, estendendo-se de uma superfície à outra, afetando também o canal radicular. Em geral, o paciente distingue somente o lado que o incomoda, não sabendo diferenciar o dente ou a arcada. 

  O profissional deve estar atento às causas e o diagnóstico é difícil. Geralmente o paciente relata sensibilidade ao mastigar alimentos duros e doces, além de alterações de temperatura. Ocorre, também, a dificuldade do paciente em dizer, ao certo, qual o elemento dentário que dói.

  Por afetarem a dentina e o canal, as fraturas dentais fazem com que o paciente sinta muito desconforto ao mastigar, podendo apresentar dor aguda e generalizada, além de sensibilidade à variação térmica e ao entrar em contato com alimentos doces ou ácidos.

  Torna-se importante deixar claro ao paciente que, mesmo após o exame clínico e radiográfico, para um diagnóstico mais preciso devemos realizar procedimentos invasivos. Independente de qual seja o tipo de procedimento, todos os casos devem ser periodicamente acompanhados, pois o prognóstico permanece  incerto.

  O diagnóstico da síndrome do dente rachado é feito, além de radiografias, testes com corantes e transiluminação. O tratamento, por sua vez, depende da extensão da fratura. Uma restauração pode ser realizada nos casos mais simples, enquanto a extração do dente pode ser necessária em caso de rachaduras profundas.

                                                                        

 

                                                                           Fonte: www.saudedental.com.br

Dr. José Donizetti Vieira

Cirurgião – Dentista

CROMG: 9475

Especialista em Odontologia Restauradora e Preventiva

Rua Donato Rocha, 346 – Centro - Arcos (MG)

Fone: (37) 3351-1086

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